Autismo e TDAH: quando as duas condições andam juntas
Autismo e TDAH andam juntos em boa parte dos casos e um costuma mascarar o outro. Entenda a diferença entre as condições, por que o diagnóstico chega tarde e o que ajuda no dia a dia.
Autismo e TDAH andam juntos em boa parte dos casos e um costuma mascarar o outro. Entenda a diferença entre as condições, por que o diagnóstico chega tarde e o que ajuda no dia a dia.
O aumento do autismo é hoje uma das perguntas que mais aparecem nas buscas de pais, professores e profissionais de saúde — e também uma das mais mal explicadas por aí.
Os sinais de autismo em bebês costumam ser sutis e ficam mais claros entre os 6 e os 24 meses. Veja o que observar por faixa etária, o que o choro, o sono e o colo revelam, e quando buscar avaliação — lembrando que um sinal isolado não fecha diagnóstico.
Os níveis de autismo (1, 2 e 3) descrevem a quantidade de apoio que a pessoa precisa para funcionar no dia a dia — e esse é o primeiro mal-entendido que vale desfazer: eles não medem inteligência, gravidade moral, “quão autista” alguém é, nem quanto a pessoa vale. Medem suporte.
O autismo em mulheres é hoje um dos maiores pontos cegos da saúde: durante décadas, o espectro foi descrito, estudado e rastreado quase só a partir de meninos.
O que é psicomotricidade clínica, como funciona na prática e por que ela ajuda no autismo e no TDAH — explicado com a visão de um psicomotricista clínico.
Quando surge a suspeita de autismo, é comum a família começar a procurar respostas na internet. Um comportamento diferente aqui, uma dificuldade de comunicação ali, uma criança que sofre muito com mudanças… e logo aparece a pergunta: isso já significa autismo?
A CIPTEA é a carteira oficial e gratuita de identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista, instituída em âmbito nacional para garantir atendimento prioritário e simplificar a comprovação do diagnóstico em serviços públicos e privados.
A proposta de Donald Trump de fracionar vacinas para crianças reacendeu o debate sobre vacinação e autismo. Entenda o que foi anunciado, o que dizem as evidências científicas e por que não há comprovação de que dividir ou espaçar doses possa prevenir o transtorno do espectro autista (TEA).
Entre as terminologias encontradas em laudos e documentos de saúde, o código CID F84 ocupa um lugar importante na classificação histórica do autismo e de outros transtornos globais do desenvolvimento. Compreender o que esse código representa ajuda a interpretar corretamente um laudo e a entender as mudanças ocorridas entre a CID-10 e a CID-11.